
por Rafael Ciccarini

Experiência extrema de Lisandro Alonso, levando ao limite a rarefação narrativa: há quem diga que um certo limite foi ultrapassado, que aqui já não podemos falar de cinema, dada a quase não-ação, ao tempo morto no seu paroxismo. Não exatamente entrei na do filme (que seguramente não deve ser visto como foi aqui, como o último de um dia de intensa maratona), mas não rejeitaria uma revisita.
Filme Citado:
Liverpool (idem, 2008/Lisandro Alonso)
*Texto escrito no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro - 2008