
por Rafael Ciccarini

Trabalho desastroso, desinteressante e por vezes abjeto. Uma mistura atabalhoada de realismo, formalismo (em lamentável leitura do Eisenstein de “A Greve”) e melodrama, que ainda lida de forma no mínimo ingênua com a dicotomia hegeliana clássica senhor/escravo, obtendo resultados diametralmente opostos ao que parece ter pretendido.
Filme Citado:
Cavalo de duas pernas (Asbe Du-Pa, 2008/ Samira Makhmalbaf)
*Texto escrito no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro - 2008