
Marcelo Miranda se formou em Jornalismo na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e, ainda durante o curso, iniciou sua militância pessoal a favor do cinema e da escrita sobre cinema. Começou a escrever críticas (ou, na época, "palpites", mais apropriadamente) no site Cinefilia ( www.canalcinefilia.com.br), junto a alguns amigos. Na mídia impressa, iniciou experiências como repórter de Cultura e crítico de cinema do jornal "Panorama", de Juiz de Fora (zona da mata mineira), atividade exercida entre 2003 e 2005. Em seguida, mudou-se para Belo Horizonte e virou novamente repórter de Cultura e crítico de cinema, desta vez num veículo de maior expressão, o jornal "O Tempo" (que pode ser lido também on line, em www.otempo.com.br). No período ainda em vigor, tem feito longas matérias sobre lançamentos e raridades, visita sets de filmagem, fala com exclusivdade com diversos nomes do ramo, escreve análises dos filmes do circuito (e bate nesse mesmo circuito, que insiste em priorizar o cinemão de Hollywood) e já cobriu festivais como os de Brasília, Tiradentes, Recife, João Pessoa e Ouro Preto. Paralelamente à atividade "oficial" no jornal, mantém textos espalhados por aí, como nos sites Digestivo Cultural ( www.digestivocultural.com.br), Cinequanon (www.cinequanon.art.br) e, agora, Filmes Polvo ( www.filmespolvo.com.br); e nas revistas impressas Paisà (podendo ser lida em www.revistapaisa.com.br) e Pipoca Moderna (também em www.pipocamoderna.com.br). Foi um dos curadores da Mostra Competitiva Brasileira do 9º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, realizado em julho de 2007, e um dos críticos convidados para produzir material analítico de filmes brasileiros disponibilizados pelo projeto Programadora Brasil, idealizado pelo Ministério da Cultura. Vez ou outra escreve umas linhas no blog Impressões Cinéfilas ( http://impressoescinefilas.blogger.com.br) e não tem palavras exatas para definir seu amor pelo cinema e a relação que mantém com os filmes e o que lê/escreve sobre eles.