Shyamalan, Cinema e Esportes, Cinema Quebequense, Indiana Jones, Abel Ferrara: em contato constante, febril e apaixonado com os mais diversos estímulos cinematográficos, Filmes Polvo chega a essa edição 21 com ânimo mais que renovado e vontade de fazer reverberarem os filmes para além de suas trajetórias comerciais habituais, bem como compartilhar com os leitores o resultado de imersões pessoais, acadêmicas ou não, em filmografias, países ou temas que de alguma maneira nos instigam e aos quais nos é solicitada resposta analítica.
Chama atenção, especialmente, a presença de filmes atualmente em cartaz no circuito: Fim dos Tempos, O Escafandro e a Borboleta, Bodas de Papel, Indiana Jones e a Caveira de Cristal e A Família Savage. Desses, cabe destacar o impacto que o novo trabalho de M. Night Shyamalan (capa) teve não apenas na redação da revista quanto no meio crítico em geral: são poucos os diretores, hoje, capazes de fazer tamanho barulho, seja na adesão apaixonada ou na contestação dela em fóruns, orkuts, comentários e listas.
Também, nessa edição, temos o grande prazer de anunciar a estréia de nossa seção de Convidados, que pretende trazer ao leitor textos de profissionais que de uma maneira ou de outra estejam relacionados com o cinema e com os mesmos temas que nos movem e instigam. Nessa edição, dois textos tão díspares como significativos: o jornalista mestre em cinema Douglas Resende nos traz texto sobre Abbas Kiarostami, principal nome do cinema iraniano e nome central do cinema contemporâneo. E o também jornalista Sílvio Ribas fala sobre Batman (a quem já dedicou um livro), onde faz uma retrospectiva histórica da relação do personagem com os filmes à luz da mais recente e avassaladora produção Batman – O Cavaleiro das Trevas, atualmente em cartaz.
Fim dos Tempos (M. Night Shyamalan)






